O Governo não tem os 49 votos necessários para a aprovação, no Congresso Nacional, da prorrogação, até 2011, da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), conhecida como “Imposto do Cheque”. Foi o que afirmou, neste domingo, o ministro de Relações Institucionais e líder do Governo na Câmara Federal, José Múcio Monteiro.
A votação deve ocorrer na terça-feira (11). José Múcio não conseguiu convencer todos os senadores da base aliada a votar pela manutenção da CPMF. O deputado, juntamente com a senadora e líder do governo no Congresso Nacional, Roseana Sarney, tentam convencer os parlamentares a votar a favor da prorrogação da CPMF: o Governo está oferecendo vantagens para conseguir aprovar o “Imposto do Cheque”.
Se aprovada a prorrogação, o imposto deve render, aos cofres públicos, cerca de R$ 40 bilhões em 2008.

Maurício Araya é jornalista formado pela Faculdade São Luís e redator do portal 



























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