A Secretaria de Saúde de São Luís afirma que não há risco de epidemia de febre amarela na capital, apesar do estado estar no mapa de risco da doença, divulgada pelo Ministério da Saúde. Técnicos da Secretaria garantem que a vacinação na capital é boa e não há necessidade de correria aos postos de saúde.
O último caso da doença foi registrado em 1942; o último registro no Maranhão é de 1995. Naquele ano foi realizada uma campanha de imunização contra a doença e atingiu a 95% da população. De lá para cá, a imunização virou rotina.
A recomendação dos técnicos de saúde é de que somente pessoas que nunca tomaram a vacina ou que tomaram há mais de 10 anos e pessoas que estão com viagem marcada para áreas de mata no interior do estado ou de estados da região Norte e Centro-Oeste, procurem os postos rede municipal de saúde. A vacina deve ser tomada dez dias antes da viagem.
A febre amarela é uma doença causada por um vírus encontrado em macacos que habitam florestas tropicais. Existem dois tipos da doença: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus, e a urbana, transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue. A doença não é transmitida de forma direta entre duas pessoas, mas sim quando o mosquito pica um ser humano. Os principais sintomas da doença são: febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia que aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação).












Maurício Araya é jornalista e redator do portal 










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