Para quem não sabe, defendo que o amor é uma doença. Não vou ser hipócrita de dizer que nunca me apaixonei ou que não sou apaixonado, afinal, estas sensações não próprias dos seres humanos.
Na última sexta-feira (14), por exemplo, pude voltar a perceber a exaltação da minha paixão pelo Jornalismo (a única, por enquanto),
em uma aula no estúdio da rádio experimental da Faculdade onde estou estudando: pode parecer algo bizarro para qualquer um que leia este artigo. Mas, no momento em que eu coloquei uma música para tocar no “playlist” da rádio e ela tocou, meu estado de excitação estava no máximo, só de pensar que, naquele momento, muitas pessoas ouviam, junto comigo, a música que eu mais gosto (“Jump”, do Van Halen).
Quem estava no estúdio junto comigo talvez possa ter se surpreendido com um lado do Maurício que pouco é externado. Um Maurício que somente eu conheço.
Parece entusiasmo demais de um estudante de Comunicação Social. Mas tenho certeza de que, quem tivesse no meu lugar ali, naquele momento, teria a mesma sensação. É mágico pensar que, em breve, você vai fazer isso profissionalmente e seu trabalho será reconhecido pela sociedade (para qual trabalhamos, essencialmente). Pela primeira vez, de verdade, me senti num curso de Comunicação Social.
Difícil foi não escrever esta declaração à minha única e verdadeira paixão: a Comunicação.![]()
Este artigo também foi publicado na minha coluna do portal As Notícias.
*Maurício Araya, estudante de Jornalismo.












Maurício Araya é jornalista e redator do portal 










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