O fim solitário de um amor

ReproduçãoHá dois dias atrás, cheguei a seguinte conclusão: meu destino é ficar só. Algum problema nisso? Não.

É até engraçado, porque eu sempre preguei que nunca faria questão disso em minha vida. Mas acho que acabei sendo tomado por essa doença chamada “amor”. Tudo aconteceu quando me apaixonei por uma pessoa que julguei ser muito especial, indo contra tudo e contra todos. Mas no final, ela só queria amizade.

Ela continua sendo presente em meus sonhos e em meus desejos. Mas como sou uma pessoa essencialmente determinada – quem me conhece, sabe disso – , acabei decidindo que isso não será mais prioridade em minha vida.

Por quê? Porque acredito que o problema não está nas outras pessoas, mas em mim. Não sou uma pessoa igual às outras. Não bebo, não fumo, não gosto muito de sair… Mas nem por isso deixo de me divertir. Acredito que minha diversão é apenas diferente do que a sociedade atual instituiu.

Essa particularidade em mim incomoda as pessoas. Mas não estou disposto a  mudar meu jeito, e tampouco quero que as outras pessoas mudem por minha causa. E por isso, acabei me conformando com o fato de nunca encontrar alguém que combine comigo.

Por fim, quero dizer que não deixei de acreditar no amor, só não quero mais fazer disso uma prioridade. Não devo desculpas a ninguém, não devo explicações a ninguém. Só escolhi meu destino.

 

Não se assustem. O Blog do Maurício Araya também é um confessionário sentimental.

 

O que já foi escrito

Sobre Maurício Araya

Maurício Araya é jornalista, formado pelo curso de Comunicação Social da Faculdade São Luís, em São Luís (MA), e redator do Imirante.com, portal de notícias da TV Mirante, afiliada Rede Globo no Estado do Maranhão.

Publicado em 12/01/2009, em Geral e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 3 Comentários.

  1. Tb fui macumbada.

  2. Fiquei surpreso com o post… mas fazer o que? O amor ataca qualquer um!

    um abraço para você.

  3. O amor. Ahh o amor. Se este sentimento fosse fácil de decifrar as histórias de amor não fariam sentido. A verdade é que se quisermos amar, e se amamos, temos que saber que este é um sentimento traiçoeiro, vil, malandro. Tem seus altos e seus baixos. Tem suas alegrias e suas depressões. Mas não dá pra viver sem. O amor completa as pessoas. Completa porque é puro, porque é prazeroso. Cada um lida de uma forma com ele, e tu escolheste esta forma. Nos adaptamos.

    Matheus

    http://www.oultimoromance.wordpress.com

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