Competência custa caro


Maurício Araya

Quando se tem conhecimento, habilidades e competência, qualquer profissional tem capacidade de se impor na empresa onde trabalha. Encontrar um bom profissional tem sido cada vez mais difícil para as empresas. Mas algumas delas não dão valor aos que têm.

Aumentar a demanda de trabalho desproporcionalmente à renda do trabalhador é um dos problemas mais frequentes encontrados em qualquer empresa. E, certamente, você já deve ter se identificado com esta situação.

Como empreendedores, os chefes costumam exigir cada vez mais do funcionário, seguindo a velha regra de administração que prega maior produtividade com menor custo. E é compreensível que eles pensem assim. Mas a regra falha quando entra em conflito com a competência de um bom funcionário.

O bom funcionário determina o seu salário, suas condições de trabalho e o tempo de permanência na empresa. Enquanto lhe for conveniente ficar na empresa onde trabalha, o bom funcionário se submete às condições da empresa. É como uma relação de confiança entre o funcionário e o chefe.

Mas quando esse laço de confiança é rompido, o melhor a fazer é sair da empresa da melhor maneira possível, sem fechar as portas para um possível retorno. Tentar lutar contra o que está estabelecido é tolice. A mesma dica funciona para as relações de consumo: ficou insatisfeito com o atendimento da loja? Não volte a comprar lá.

Por isso, seja um bom funcionário. Literalmente, faça com que sintam a sua falta. E para isso, seja competente. Desenvolva várias habilidades e seja bom em todas elas. Caso contrário, você será mais um entre tantos.

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