Pesquisadores avaliam aceitação de alimentos biofortificados em creches

SÃO LUÍS – Pesquisadores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) avaliaram a aceitação e a inclusão de alimentos biofortificados na dieta de alunos de creches da rede municipal de educação. A biofortificação de alimentos - projeto da Embrapa, que conta com o apoio de uma rede de parceiros no país e no exterior - visa contribuir no combate às deficiências nutricionais de crianças de baixa renda e, ao contrário do que se pensa, os alimentos biofortificados não são transgênicos.
Segundo o levantamento, a aceitação das crianças ao novo elemento da dieta chegou a 70%, dado que anima os pesquisadores. Apesar de esta ser uma das etapas do projeto, esse resultado é uma demonstração de que a inclusão de alimentos biofortificados na dieta da população pode dar certo.
O primeiro alimento escolhido é a macaxeira enriquecida com betacaroteno (vitamina A), que ajuda na prevenção da anemia e problemas de visão, além de estimular o crescimento. A próxima fase do trabalho vai incluir arroz e feijão-caupi biofortificados, com maior teor de Zinco e Ferro.
O trabalho foi realizado por colaboradores do curso de Nutrição da UFMA, em conjunto com outras instituições de ensino superior do Estado.
Publicado em 12/01/2010, em Geral, Maranhão, São Luís e marcado como aceitação, alimentos, biofortificados, creches, Embrapa, ensino, inclusão, nutrição, pesquisadores, rede municipal, ufma. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.




São Luís (quarta-feira)

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