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Fazenda da Esperança de Coroatá completa 25 anos


Os fundadores da Fazenda da Esperança chegaram a São Luís neste domingo (13) e seguiram direto para Coroatá para o festejo dos 25 anos da obra social no Maranhão. O festejo segue até dia 20 de maio, quando será aberto ao público numa comemoração que contará com a presença de representantes da obra social sediada em várias partes do mundo, em países da Europa, Ásia, África e na América. A fazenda de Coroatá é a segunda mais antiga da instituição, tendo sido criada após a de Guaratinguetá (SP).

Os dois fundadores da Fazenda da Esperança que estarão em São Luís são o missionário Nelson Giovaneli e o frei alemão Hans Stapel da ordem dos franciscanos.

A instituição

A Fazenda da Esperança é uma entidade terapêutica que tem como missão recuperar dependentes químicos. A obra social já resgatou mais de 10 mil jovens e adultos das drogas, álcool e demais vícios em todo o mundo. No Brasil, mais de 60 unidades funcionam em locais estratégicos – capitais ou locais de maior incidência do problema da dependência química. A entidade filantrópica fundada em Guaratinguetá, São Paulo, já tem quase 20 unidades internacionais, em países da América Latina e outros, como no México, Moçambique, Angola, Portugal, Filipinas, Alemanha, Guatemala, Rússia, entre outros.

No Maranhão, a Fazenda da Esperança possui duas unidades, sendo uma localizada em Coroatá (com centro feminino, centro masculino e centro de menores) e outra em Balsas (centro masculino, e atualmente com centro feminino em construção). A unidade de Coroatá é a segunda mais antiga do mundo.

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Pesquisadores do IFMA e Uema estudam cavalo baixadeiro


As informações são do IFMA

Rústico, forte para o trabalho e resistente aos campos alagados: essas características fizeram do cavalo baixadeiro a raça perfeita para auxiliar no trabalho rural na região da Baixada Maranhense. Mesmo com sua importância econômica, pouco ainda se sabe sobre doenças nesses animais. É essa lacuna que esperam preencher pesquisadores do campus do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) do Maracanã e da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), com a pesquisa “Sanidade do grupamento racial cavalo baixadeiro: doenças parasitárias e infecciosas”.

No mês passado, a equipe coletou amostras de sangue, fezes e de ectoparasitos (parasitas externos, que habitam a pele do hospedeiro) em cavalos baixadeiros da localidade de Comporta, no município de Pinheiro, distante 333 km da capital São Luís. Os criadores atenderam ao chamado dos pesquisadores, e disponibilizaram 84 animais para a coleta do material. As amostras estão sendo processadas no laboratório da Fazenda Escola da Uema (São Bento), no Laboratório de Parasitologia Veterinária da Uema (São Luís) e no Laboratório de Sanidade Animal do campus Maracanã.

Os pesquisadores querem diagnosticar doenças parasitárias e infecciosas que atacam o cavalo baixadeiro. “A importância do trabalho se dá por dois motivos principais: primeiro por ser inédito, e segundo por estar trabalhando o aspecto sanitário desses animais. Com isso, teremos subsídio para ações de controle e prevenção de doenças”, apontou o pesquisador do IFMA, Danilo Rodrigues Barros Brito.

Ameaça ao cavalo baixadeiro

O Maranhão possui o segundo maior rebanho de equinos do Nordeste, com 164 mil cabeças. A maioria dos animais é mestiça, como o cavalo baixadeiro. O que mais impressiona os pesquisadores sobre esta raça é sua adaptação a um ambiente semelhante ao do pantanal mato-grossense. A Baixada Maranhense passa metade do ano com intensas chuvas, período em que os campos enchem e ficam com o terreno alagado e argiloso.

“Nessas condições, qualquer outra raça teria doenças no casco, mas o cavalo baixadeiro não apresenta esse problema”, ressaltou Danilo. Não por acaso o animal é, para os trabalhadores rurais da região, meio de subsistência e sobrevivência. A falta de manejo rotineiro e adequado, entretanto, tem deixado a raça vulnerável e até ameaçada.

De acordo com o pesquisador da Uema, Daniel Praseres Chaves, que integra a equipe, em longo prazo pode ocorrer a extinção do cavalo baixadeiro. “Os cruzamentos indiscriminados com outras raças, além dos acasalamentos consanguíneos, doenças parasitárias e infecciosas vêm contribuindo para a degeneração e diminuição da população de cavalos baixadeiros”, assegurou Daniel.

Com previsão para ser finalizada em dois anos, a pesquisa é coordenada pela doutora em Parasitologia Veterinária, Ana Clara Gomes dos Santos (Uema), e financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema), por meio da Rede de Pesquisa da Baixada Maranhense (Rebax).

A equipe de pesquisadores é formada, também, por alunos da Iniciação Científica Júnior (estudantes do curso técnico em Agropecuária) e da Iniciação Científica (alunos da Licenciatura em Ciências Agrárias, do Campus Maracanã, e da graduação em Medicina Veterinária, da Uema), bem como de alunos do mestrado em Ciência Animal.

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Cesta básica em São Luís fica em R$ 204,04 no mês de abril


Com informações do Imesc

O valor da cesta básica calculado pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) para o município de São Luís foi de R$ 204,04 no mês de abril de 2012. Entre os doze produtos que compõem a cesta, nove apresentaram alta em seus preços médios: o feijão (15,9%) apresentando alta pelo quinto mês consecutivo, o óleo (5%), o tomate (3,5%), a farinha (3,1%), a manteiga (2,6%), o café (2,1%), o açúcar (1,8%), o arroz (1,5%) e a carne (1,4%). E dois itens sofreram queda: a banana (-6,5%) e o leite (-1,2%).

Sobre as 17 capitais em que o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza mensalmente o cálculo da cesta básica, o valor para o mês de abril de 2012 foi: São Paulo (R$ 277,27), Porto Alegre (R$ 268,10), Manaus (R$ 267,19), Vitória (R$ 262,14), Belo Horizonte (R$ 258,78 ), Florianópolis (R$ 257,90), Brasília (R$ 255,50), Rio de Janeiro (R$ 252,04),Curitiba (R$ 249,36), Belém (R$ 248,41), Goiânia (R$ 235,36), Natal (R$ 225,41), Recife (R$ 223,97), Fortaleza (R$ 218,87), Salvador (R$ 217,92), João Pessoa (R$ 216,95), e Aracaju (R$ 192,52).

Dessas capitais, quatro registraram aumento nos preços dos produtos que compõem a cesta básica: Manaus (3,8%), Fortaleza (3,54%), Natal (2,93%), Salvador (2,84%) apresentaram as maiores altas. E as reduções mais relevantes ocorreram em Rio de Janeiro (-1,83%) e Belo Horizonte (-0,82%).

Para adquirir os produtos que compõem a cesta, o trabalhador que ganha um salário mínimo, precisou comprometer 32,8% da sua renda no mês de abril de 2012. Em outras palavras, tomando como base uma jornada de trabalho de 220 horas, o trabalhador precisou laborar 72 horas e 10 minutos para obter um montante equivalente ao valor da cesta. Deste modo, apenas 67,2% do salário estaria disponível para outras despesas como: habitação, vestuário, transporte, higiene, lazer, etc.