“Techday” discutirá como a tecnologia interfere na prática jornalística

O Laboratório de Convergência de Mídias (Labcom) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) realiza, no dia 17 de janeiro de 2013, na Cidade Universitária, o primeiro de diversos eventos chamados “Techday Labcom”. A ideia é escolher sempre um tema e discutir, durante um dia, com a participação de representantes da academia e do mercado. Na programação, serão realizadas palestras, debates e oficinas.

O primeiro Techday discutirá como a tecnologia está mudando o trabalho nas redações e assessorias de Comunicação. Será divulgada uma pesquisa realizada pelo laboratório sobre o perfil do novo profissional de Comunicação diante dessas mudanças. Entre os profissionais do mercado de trabalho confirmados no evento, estão: Eveline Cunha, chefe de redação da TV Mirante; Robson Júnior, radialista da rádio Difusora FM; Luiz Bello, representante da TV Brasil/EBC; Athos Araújo, representante da empresa SNews, e Maurício Araya, redator do portal Imirante e editor do Blog do Maurício Araya.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela página eletrônica da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema). Outras informações sobre o evento podem ser obtidas na página eletrônica do Labcom.

CLA divulga imagens inéditas do lançamento do foguete VS-30/Orion

O  Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) divulgou, nesta terça-feira (11), um vídeo – registrado pelo soldado de 2ª Classe Gilberto – com imagens inéditas do lançamento do foguete de sondagem VS-30/Orion V10, que ocorreu pontualmente às 19h (horário local) de sábado (8), resultado final da “Operação Iguaíba“, iniciada em 19 de novembro.

O último estágio da operação, que teve como finalidade realizar o lançamento e rastreio do foguete, portando uma carga-útil com experimentos científicos. O lançamento estava previsto para sexta-feira (7), mas teve que ser adiado por falta de condições meteorológicas favoráveis. O foguete tem comprimento total de 8,87 metros, alcançou apogeu (altitude máxima) de 428 km, percorreu uma distância total de 382,69 km em relação ao local de lançamento até sua queda, no Oceano Atlântico. Ao todo, o foguete voou por, aproximadamente, onze minutos.

O veículo foi rastreado por radares situados em Alcântara e em Raposa, município vizinho a São Luís. O Centro de Lançamentos da Barreira do Inferno (CLBI) atuou como estação remota de rastreio. Trabalharam, na equipe, aproximadamente, 210 profissionais.

Acompanhou e registrou o lançamento do VS-30/Orion da orla de São Luís? Envie sua foto para mauricioaraya@mirante.com.br. Seu registro pode ilustrar a reportagem.

Com esta operação, o CLA alcançou a expressiva marca de nove operações realizadas em 2012, sendo oito de lançamentos de foguetes de sondagem e treinamento. Além da “Operação Iguaíba”, as operações realizadas, este ano, pelo CLA foram: a “Operação Falcão I” (com lançamento de um Foguete de Treinamento Básico, FTB, em março), “Operação Falcão IV” (lançamento de um FTB, em outubro), “Operação Falcão V” (lançamento de um FTB, em setembro) e “Operação Falcão VI” (lançamento de um FTB, em outubro), “Operação Águia I” (lançamento de dois FTBs, em maio) e “Operação Salina” (teste com um protótipo do Veículo Lançador de Satélite, VLS, nos meses de junho e julho).

Foto: 2º Ten Huxley/CLA.

Lançado, com sucesso, o foguete de sondagem VS-30/Orion

Com informações do IAE / Reportagem atualizada às 8h47 – 10/12/2012

Foi lançado, com sucesso, pontualmente às 19h (horário local) desse sábado (8), do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), o foguete de sondagem VS-30/Orion V10, resultado final da “Operação Iguaíba“. O último estágio da operação, que teve como finalidade realizar o lançamento e rastreio do foguete, portando uma carga-útil com experimentos científicos. O lançamento estava previsto para sexta-feira (7), mas teve que ser adiado por falta de condições meteorológicas favoráveis. Trabalharam, na equipe, aproximadamente, 210 profissionais. O foguete tem comprimento total de 8,87 metros e alcançou apogeu (altitude máxima) de 428 km.

Leia também: sequência de imagens mostra instante exato do lançamento do foguete VS-30/Orion

A operação, iniciada em 19 de novembro, é um produto da cooperação Brasil-Alemanha na área espacial. O VS-30, chamado de primeiro estágio, foi produzido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), organização subordinada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), enquanto o segundo estágio, o propulsor Orion, foi fornecido pelo centro espacial alemão (DLR) como resultado da colaboração ao Programa Espacial Brasileiro (PEB). Aos dois estágios, foi acoplada uma carga-útil com experimentos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do IAE e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Acompanhou e registrou o lançamento do VS-30/Orion da orla de São Luís? Envie sua foto para mauricioaraya@mirante.com.br. Seu registro pode ilustrar a reportagem.

O lançamento apoiou o projeto de pesquisa “Estudos da ionosfera e alta atmosfera com experimentos embarcados a bordo de foguetes e satélites”, do Inpe, e integra o Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae), sob coordenação da Agência Espacial Brasileira (AEB). Além disso, o veículo seguiu com um experimento embarcado visando o desenvolvimento de sistema GPS para uso espacial, realizado em cooperação entre a UFRN e o IAE, com suporte financeiro da AEB.

Com esta operação, o CLA alcançou a expressiva marca de nove operações realizadas em 2012, sendo oito de lançamentos de foguetes de sondagem e treinamento. Além da “Operação Iguaíba”, as operações realizadas, este ano, pelo CLA foram: a “Operação Falcão I” (com lançamento de um Foguete de Treinamento Básico, FTB, em março), “Operação Falcão IV” (lançamento de um FTB, em outubro), “Operação Falcão V” (lançamento de um FTB, em setembro) e “Operação Falcão VI” (lançamento de um FTB, em outubro), “Operação Águia I” (lançamento de dois FTBs, em maio) e “Operação Salina” (teste com um protótipo do Veículo Lançador de Satélite, VLS, nos meses de junho e julho).

Foto: Divulgação/IAE.

Astrônomos descobrem estrela similar ao Sol

Cientistas do Observatório Nacional de Radioastronomia dos Estados Unidos anunciaram a descoberta de uma estrela, batizada de “L1527IRS”, localizada na constelação de Touro, a 450 anos-luz de distância da Terra, com 300 mil anos de idade, que pode ser considerada uma versão jovem do nosso Sol, a estrela central do Sistema Solar. A pesquisa foi publicada, nessa quinta-feira (6), pela revista científica Nature.

Os pesquisadores apelidaram a “L1527IRS” de protoestrela. De acordo com os pesquisadores americanos, a protoestrela tem características bem parecidas com a formação do Sol, o que poderia ajudar a entender a formação do nosso Sistema Solar. Segundo os estudos, a “L1527IRS” ela teria 30 mil anos de vida. O nosso Sol possui 4,6 bilhões de anos.

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A protoestrela pesaria um quinto da massa do Sol e, ainda assim, seria capaz, segundo os astrônomos, de formar um sistema com até sete planetas com a massa de Júpiter, o maior do nosso Sistema Solar.

Após grande mistério, Nasa afirma que não encontrou compostos orgânicos em Marte

Após um grande mistério, a agência espacial americana (Nasa) revelou, nessa segunda-feira (3), que o jipe-robô Curiosity, que explora Marte desde o início do mês de agosto, não encontrou evidências de compostos orgânicos no planeta. Entretanto, a sonda encontrou moléculas complexas no solo marciano, o que inclui substâncias com água, enxofre e cloro. As substâncias foram analisadas no laboratório que o robô leva a bordo, o Sample Analysis at Mars (SAM). O chefe da missão, John Grotzinger, chegou a afirmar que o Curiosity fez uma descoberta reveladora. “É uma descoberta que vai mudar os livros de história. Os dados (coletados) indicam muitas promessas”, disse.

De acordo com os pesquisadores da Nasa, até o momento, não foi possível confirmar a existência de partículas orgânicas no “planeta vermelho” a partir do material que foi analisado pelo jipe-robô. O SAM detectou a existência de um composto formado por cloro e oxigênio, chamado perclorato. Quando aquecida, a substância formou metano clorinado, molécula orgânica com um átomo de carbono. Mesmo o metano clorinado ser considerado uma partícula orgânica, a Nasa alega que não há como saber se o carbono tem origem marciana ou houve contaminação da Terra. Novos estudos devem determinar a origem da substância.

O objetivo da missão em Marte é descobrir se o planeta já possuiu um ambiente capaz de suportar vida, mesmo que microscópica, e se tem condições que preservar seus indícios. De acordo com a Nasa, os cientistas continuarão a investigação na cratera Gale, local onde o robô busca indícios de vida.

Foto: Reprodução/Internet.