São Paulo - No dia 25 de abril, às 15 horas, acontece o lançamento do projeto Sports Partner Cities, no CEOTP – Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo. O protocolo de intenções será assinado entre a SEME – Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo, Associação Maritacas em Ação, LUB – Liga Urbana de Basquete e a PSAL – Public School Atlethic League (NY).
Neste dia, a SEME recepcionará uma delegação de 20 atletas, com idade entre 15 e 18 anos, e 10 técnicos norte-americanos. Pela manhã, os técnicos ministrarão um workshop para gestores esportivos das subprefeituras, coordenadores de equipamentos públicos, técnicos esportivos e professores de educação física das escolas municipais de São Paulo. À tarde, após a assinatura do protocolo, haverá um desafio internacional de basquete masculino e feminino, entre os jogadores do PSAL e LUB ALL STARS. Haverá roda de capoeira e participações de rappers, MCs, D.Js e Bboys.
O Sports Partner Cities faz parte do Programa Esporte e Cultura Urbana da SEME e terá como foco a realização de várias atividades para a difusão do streetball e da capoeira, modalidades genuinamente americana e brasileira, que serão usadas para promover o intercâmbio e para a formulação de políticas públicas, a partir da cultura urbana. O acordo prevê a visita de grupos de técnicos e atletas às escolas de Nova York e São Paulo, workshops, campings, treinamentos e participação em competições esportivas.
O projeto foi idealizado pela Associação Maritacas em Ação e pela LUB – Liga Urbana de Basquete, que é a responsável pela chancela técnica no âmbito da cultura urbana. Um dos coordenadores é o ex-jogador da Seleção Brasileira de Basquetebol Marcos Antonio Abdalla Leite, o “Marquinhos” (Campeão Mundial, com participação em três Olimpíadas e quatro Pan-americanos). Hoje, como presidente da ONG Associação Maritacas em Ação ele trabalha para alavancar o basquetebol a partir do ambiente escolar. “O projeto proporcionará aos técnicos brasileiros, principalmente os que trabalham com a formação de crianças e adolescentes, informações privilegiadas sobre a inteligência esportiva norte-americana, mostrando que através do basquete podemos promover a inclusão social, combater a violência e mudar a cultura em relação à educação esportiva”, explica “Marquinhos”.