SÃO LUÍS – Um protótipo de foguete promete ser uma solução para a viagem de humanos ao planeta Marte: desenvolvido pela empresa Ad Astra Rocket, do Texas (Estados Unidos), o Variable Specific Impulse Magnetoplasma Rocket (Vasimir) seria capaz de chegar ao planeta vermelho em apenas 39 dias, enquanto um foguete convencional levaria aproximadamente seis meses para fazer o mesmo trajeto.
Além de reduzir significativamente o tempo da viagem, o veículo apresenta uma outra vantagem: os astronautas seriam menos expostos à radiação solar.
O gás utilizado pelo foguete pode ser aquecido a temperaturas mais altas que o combustível convencional. O aquecimento é feito como em um micro-ondas, porém com uma frequência similar à utilizada pelas rádios.
A principal diferença do foguete não é a velocidade, mas sim o caminho e o volume ocupado pelo combustível, já que os foguetes convencionais não podem carregar combustível o suficiente para a viagem. O propelente garante apenas 30 minutos, aproximadamente, de empuxo, sendo aproveitado o embalo, a gravidade e a ausência de resistência do ar no espaço.

SÃO LUÍS – Neste sábado (19), o Cbers-2B – terceiro satélite lançado pelo Programa Cbers (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres, na sigla em inglês) – completa dois anos em órbita. O satélite possui três câmeras a bordo, que auxiliam no planejamento urbano, monitoramento de desmatamentos e expansão agropecuária. Várias capitais brasileiras e áreas de países da América do Sul foram captadas pelas lentes do Cbers-2B.
SÃO LUÍS – Começou nesta sexta-feira (18) a programação da segunda fase da “Maratona da Via Láctea: campanha contra poluição luminosa”, que ocorre até domingo (20), na Praça Maria Aragão. O evento faz parte da celebração do Ano Internacional da Astronomia e é mais uma ação do projeto de extensão do curso preparatório para a Olimpíada Brasileira de Astronomia de 2010.
SÃO LUÍS – A Agência Espacial Brasileira (AEB) anunciou, ontem (14), o desenvolvimento de uma nova plataforma espacial capaz de realizar experiências em um ambiente de microgravidade, ou seja, a 300 Km de altitude: trata-se do Satélite de Reentrada Atmosférica (Sara).
SÃO LUÍS – Aproximadamente 19 mil objetos descartáveis maiores que 10 centímetros estão na órbita da Terra: foi a essa conclusão que a Rede de Vigilância Espacial, órgão do governo americano responsável pelo rastreio de objetos colocados na órbita terrestre, chegou após o último “censo”. O gráfico (ao lado) representa todos os objetos que estão na órbita terrestre mais baixa.
SÃO LUÍS - Cientistas britânicos anunciaram uma construção ousada: a de um escudo, pesando aproximadamente 10 toneladas, contra
SÃO LUÍS - Cientistas já confirmaram que o Sol está passando por um dos mais longos períodos de baixa atividade dos últimos 100 anos. O problema é que nos últimos dois anos, a baixa atividade parece ter aumentado, e despertou a possibilidade das 
Maurício Araya é jornalista formado pela Faculdade São Luís e redator do portal 



























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