Textos categorizados 'espaço'

Foguete de plasma iria a Marte em menos tempo

DivulgaçãoSÃO LUÍS – Um protótipo de foguete promete ser uma solução para a viagem de humanos ao planeta Marte: desenvolvido pela empresa Ad Astra Rocket, do Texas (Estados Unidos), o Variable Specific Impulse Magnetoplasma Rocket (Vasimir) seria capaz de chegar ao planeta vermelho em apenas 39 dias, enquanto um foguete convencional levaria aproximadamente seis meses para fazer o mesmo trajeto.

Além de reduzir significativamente o tempo da viagem, o veículo apresenta uma outra vantagem: os astronautas seriam menos expostos à radiação solar.

O gás utilizado pelo foguete pode ser aquecido a temperaturas mais altas que o combustível convencional. O aquecimento é feito como em um micro-ondas, porém com uma frequência similar à utilizada pelas rádios.

A principal diferença do foguete não é a velocidade, mas sim o caminho e o volume ocupado pelo combustível, já que os foguetes convencionais não podem carregar combustível o suficiente para a viagem. O propelente garante apenas 30 minutos, aproximadamente, de empuxo, sendo aproveitado o embalo, a gravidade e a ausência de resistência do ar no espaço.

UFMA vai construir observatório

Arte MAURÍCIO ARAYASÃO LUÍS – O vice reitor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Antônio Oliveira se reuniu com professores na manhã desta quinta-feira (8) para decidir os últimos detalhes para construção de um observatório na instituição. O projeto “Observando e conhecendo o Universo” será realizado em parceria com o Colégio Universitário (Colun) e Departamento de Física da UFMA e vai beneficiar a comunidade local, professores da rede pública e alunos do ensino fundamental e médio.

Estiveram presentes na reunião os professores Belmiro dos Santos, Jaldyr Varela, José de Arimatéia Abreu, José Leôncio Pinto, Telesfóro de Assunção e a diretora do Colun, Raimunda Moreno.

Em setembro, o Colun foi premiado com um telescópio CPC 800 Goto XLT computadorizado, no valor de R$ 30 mil reais, cedido pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação (MEC).

O observatório será concluído em 2010. No local, também haverá um planetário, que servirá como campo de prática para alunos da área das disciplinas de Física, Geografia, etc.

Colégio Universitário ganha telescópio computadorizado

Com informações da Ascom/UFMA

Arte MAURÍCIO ARAYASÃO LUÍS – O Colégio Universitário (Colun) foi premiado com um telescópio CPC 800 Goto XLT computadorizado. O Colun concorreu com outras instituições de ensino de todo o país, em um edital lançado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação (MEC).

A ação teve como objetivo apoiar a aquisição de telescópios para permitir o uso como ferramenta de aprendizado de Física, Astronomia e outros campos do conhecimento, e dá impulso ao Ano Internacional da Astronomia, em que se comemora, em todo o mundo, os 400 anos das primeiras observações telescópicas feitas por Galileu Galilei.

Para o vice-reitor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Antonio Oliveira, o equipamento servirá para difundir e popularizar a  Astronomia, por meio de visitas às diferentes escolas do município de São Luís e do Estado. Segundo ele, a ideia da administração da UFMA é construir um observatório a olho nu para o público, com entrada franca, que será uma atração para os amantes e curiosos da Astronomia.

Lixo espacial soma mais de 19 mil objetos em órbita

Foto NASA ORBITAL DEBRIS PROGRAM OFFICESÃO LUÍS – Aproximadamente 19 mil objetos descartáveis maiores que 10 centímetros estão na órbita da Terra: foi a essa conclusão que a Rede de Vigilância Espacial, órgão do governo americano responsável pelo rastreio de objetos colocados na órbita terrestre, chegou após o último “censo”. O gráfico (ao lado) representa todos os objetos que estão na órbita terrestre mais baixa.

Os objetos representam riscos significativos na colocação de novos satélites em órbita, que precisam ser posicionados a cada dia, com maior precisão. Em fevereiro deste ano, dois satélites de comunicação, um russo (Cosmos 2251) e um americano (Iridium 33), se chocaram em pleno espaço. No início deste mês, restos do foguete europeu Ariane V – lançado em 2006 – passaram a apenas 1,3 km da Estação Espacial Internacional (ISS), colocando em risco a vida de 13 astronautas que estavam à bordo da plataforma.

Hubble ‘abre os olhos’ para o Universo e envia incríveis imagens

Foto NASA

SÃO LUÍS – Após a instalação da nova câmera WFC3, durante a missão STS-125 do Endeavour – em maio de 2009 -, o telescópio espacial Hubble voltou à ativa e já presenteia os estudiosos com belas e incríveis imagens do Universo, como a que foi divulgada hoje (9) pela Nasa, a agência espacial americana, da nebulosa planetária NGC 6302 - chamada de Nebulosa da Borboleta. O fenômeno se localiza a 3.800 anos-luz da Terra.

Nebulosas são nuvens de poeira cósmica, hidrogênio e plasma, sendo uma área propícia à formação de novas estrelas. A Nebulosa da Borboleta nada mais é que uma gigantesca caldeira de gás a mais de 20 mil graus de temperatura, que cruza o Universo a incríveis 900 mil Km/h. Essa velocidade seria suficiente para uma viagem da Terra à Lua em apenas 24 minutos.

Hubble

O Hubble – lançado pela Nasa em 24 de abril de 1990, a bordo do ônibus espacial Discovery – é o principal instrumento no estudo da energia e matéria escura, formação das estrelas e descoberta de galáxias no espaço.

O telescópio já recebeu três visitas de astronautas para manutenção e para substituição de equipamentos. Uma das missões de manutenção do Hubble serviu para consertar um defeito no conjunto de espelhos que captam as imagens dos objetos espaciais: o telescópio não conseguia focar bem as imagens.

Pesando 13 toneladas, o Hubble já deu mais de 97 mil voltas ao redor do planeta.

Prazo para entrega de projetos ao Uniespaço termina nesta quinta-feira

Com informações da Coordenação de Comunicação Social/AEB

SÃO LUÍS – Termina nesta quinta-feira (10) o prazo para que pesquisadores de universidades e de instituições de ensino apresentem propostas de projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico para o Programa Uniespaço, da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Os projetos devem seguir o modelo disponível no site da AEB (link Anúncio de Oportunidades). Nesta terceira edição, são disponibilizados recursos que totalizam R$ 3 milhões de reais por dois anos. Os projetos serão escolhidos de acordo com sua relevância, competência e capacidade de execução.

O Programa Uniespaço, criado em 1997, tem como objetivo integrar o setor universitário no desenvolvimento de produtos e processos, análises e estudos de interesse do setor espacial. Desde 2004, o Uniespaço já contemplou 32 projetos.

Escudo pode desviar asteroides da Terra

ReproduçãoSÃO LUÍS - Cientistas britânicos anunciaram uma construção ousada: a de um escudo, pesando aproximadamente 10 toneladas, contra asteroides para proteger o planeta de possíveis colisões.

A empresa espacial EADS Atrium está à frente do projeto e trabalha em cima de uma ideia desenvolvida inicialmente por dois astronautas da Nasa, que lideram o “Programa de Objetos Próximos à Terra”.

Para o seu funcionamento seria utilizada a força gravitacional, conhecida como força “G”, interceptando o asteroide a apenas 48 metros de distância e exercendo uma força gravitacional sobre ele, alternando sua rota para o lado oposto da Terra.

Estima-se que, atualmente, 784 objetos com tamanho superior a 1 quilômetro de diâmetro cruzam a órbita da Terra. As chances de colisão são muito pequenas. Mas, asteroides ainda não descobertos são o que mais preocupam os cientistas. Em março, um asteroide descoberto recentemente passou bem próximo à Terra.

Júpiter garante espetáculo no céu noturno

ArquivoSÃO LUÍS – Quem olha para o céu à noite já reparou que um forte ponto luminoso se destaca das demais estrelas. É Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar, que garante um espetáculo visual proporcionado por sua grandiosidade.

Dois fatores favorecem o espetáculo: o planeta se encontra em um alinhamento com o Sol e a Terra, além do planeta estar no ponto de maior proximidade com o nosso planeta, tornando-se mais brilhante para observação dos terráqueos. Por conta do alinhamento, o planeta – que está a 600 milhões de quilômetros da Terra – ‘nasce’ em nosso horizonte praticamente no mesmo horário do lado oposto ao pôr-do-Sol, e vice-versa.

Com um telescópio, os observadores podem ver diversas regiões do planeta – sobretudo a Grande Mancha Vermelha, tempestade observada há mais de 300 anos -, devido a rápida rotação de Júpiter (menos de 10 horas), além dos quatro principais satélites naturais que orbitam o gigante do Sistema Solar.

No ano passado, o planeta foi protagonista de outro fenômeno: a conjunção de Júpiter, Vênus e a Lua (foto), que só poderá ser visto novamente em 2052.

Nasa divulga foto do centro da Via-Láctea

SÃO LUÍS – A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira (6) uma imagem do centro da Via-Láctea, que costuma ficar ocultado por nuvens de poeira e gás.

Nasa 

Mas câmeras de infravermelho, do Telescópio Espacial Spitzer, conseguiram furar a barreira. A imagem mostra as estrelas da área central da nossa galáxia.

40 anos do Homem na Lua: razões para comemorar?

Hoje o mundo comemora o aniversário de uma grande conquista da humanidade: há 40 anos, o Homem pisou na Lua, o satélite natural da Terra. Essa vizinha misteriosa nos faz sonhar, questionar e observar toda a sua beleza, a cada fase que se apresenta para nós.

Motivada por questões tão humanas quanto o desejo de conquistar o espaço, a chegada do Homem na Lua foi um importante passo para o entendimento do Universo e da nossa própria história. Nossa própria existência e o equilíbrio da Terra depende da Lua.

É certamente algo que a humanidade deve comemorar, afinal o avanço das pesquisas espaciais tem sido grande nestes últimos 40 anos, tal qual os novos tipos de materiais e tecnologias que desfrutamos hoje em nosso dia-a-dia. Apesar de ”um salto gigantesco para a humanidade”, nem toda a humanidade usufrui dos benefícios gerados a partir das pesquisas espaciais. Aliás, nem todos os países estão preparados para essa realidade. Infelizmente, enquanto os Estados Unidos pensa em conquistar outros planetas, o Brasil, por exemplo, ainda peca por não investir em Ciência.

É claro que olhar para o Universo não tira dos governos a responsabilidade de resolver os problemas aqui na Terra. Doenças, violência, o despreso que o Homem tem com o próprio Homem… poderia citar aqui diversos problemas inerentes à humanidade. Mas não teria espaço para tantos.

Fato é que a conquista não é da humanidade, mas sim de um país. Mesmo assim, parabéns a todos nós por essa conquista humana. E que no futuro, as próximas gerações desfrutem das conquistas espaciais.

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Maurício Araya é jornalista formado pela Faculdade São Luís e redator do portal Imirante.com.

Em 2003 criou seu site pessoal e de lá para cá tem desenvolvido projetos na Internet, como o portal As Notícias. Criou seu blog em fevereiro de 2007.

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