SÃO LUÍS – Um protótipo de foguete promete ser uma solução para a viagem de humanos ao planeta Marte: desenvolvido pela empresa Ad Astra Rocket, do Texas (Estados Unidos), o Variable Specific Impulse Magnetoplasma Rocket (Vasimir) seria capaz de chegar ao planeta vermelho em apenas 39 dias, enquanto um foguete convencional levaria aproximadamente seis meses para fazer o mesmo trajeto.
Além de reduzir significativamente o tempo da viagem, o veículo apresenta uma outra vantagem: os astronautas seriam menos expostos à radiação solar.
O gás utilizado pelo foguete pode ser aquecido a temperaturas mais altas que o combustível convencional. O aquecimento é feito como em um micro-ondas, porém com uma frequência similar à utilizada pelas rádios.
A principal diferença do foguete não é a velocidade, mas sim o caminho e o volume ocupado pelo combustível, já que os foguetes convencionais não podem carregar combustível o suficiente para a viagem. O propelente garante apenas 30 minutos, aproximadamente, de empuxo, sendo aproveitado o embalo, a gravidade e a ausência de resistência do ar no espaço.
SÃO LUÍS – O vice reitor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Antônio Oliveira se reuniu com professores na manhã desta quinta-feira (8) para decidir os últimos detalhes para construção de um observatório na instituição. O projeto “Observando e conhecendo o Universo” será realizado em parceria com o Colégio Universitário (Colun) e Departamento de Física da UFMA e vai beneficiar a comunidade local, professores da rede pública e alunos do ensino fundamental e médio.
SÃO LUÍS – Aproximadamente 19 mil objetos descartáveis maiores que 10 centímetros estão na órbita da Terra: foi a essa conclusão que a Rede de Vigilância Espacial, órgão do governo americano responsável pelo rastreio de objetos colocados na órbita terrestre, chegou após o último “censo”. O gráfico (ao lado) representa todos os objetos que estão na órbita terrestre mais baixa.
SÃO LUÍS - Cientistas britânicos anunciaram uma construção ousada: a de um escudo, pesando aproximadamente 10 toneladas, contra
SÃO LUÍS – Quem olha para o céu à noite já reparou que um forte ponto luminoso se destaca das demais estrelas. É Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar, que garante um espetáculo visual proporcionado por sua grandiosidade.
Hoje o mundo comemora o aniversário de uma grande conquista da humanidade: há 40 anos, o Homem pisou na Lua, o satélite natural da Terra. Essa vizinha misteriosa nos faz sonhar, questionar e observar toda a sua beleza, a cada fase que se apresenta para nós.
Maurício Araya é jornalista formado pela Faculdade São Luís e redator do portal 



























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