Veículo de pouso lunar da Nasa explode em teste

Um teste do veículo de pouso lunar Morpheus, da agência espacial americana (Nasa), terminou em desastre na semana passada. O teste ocorreu no Kennedy Space Center, no Estado da Flórida, Estados Unidos. O veículo está sendo construído pela Nasa para enviar cargas de até 500 quilos à Lua.

Em nota, a Nasa informou que o problema ocorreu em um dos componentes responsáveis pela estabilidade da nave, que a fez tombar e explodir. Não houve feridos.

Uma mistura de oxigênio líquido e metano – considerados mais seguros, baratos e fáceis de operar – alimenta a nave. A mistura, também, pode ser armazenada por longos períodos, o que auxiliaria em missões a outros pontos do Sistema Solar. O custo total da pesquisa é de US$ 7 milhões em dois anos.

Dados apontam estabilidade do buraco da camada de ozônio

NasaSÃO LUÍS – Dados divulgados neste fim de semana mostram que, até o dia 10 de setembro, o tamanho do buraco de ozônio não parece ter diminuído, apesar dos esforços mundiais. Mesmo assim, o tamanho está estabilizado. O buraco começa a se formar, anualmente, a partir do mês de agosto, sobre o Polo Sul, e atinge seu ápice nos meses de setembro e outubro. Os dados foram coletados pelo instrumento de monitoramento de ozônio a bordo do satélite Aura, da Nasa, a agência espacial americana.

O dia 16 de setembro marcou o Dia Internacional de Proteção à Camada de Ozônio, quando o Protocolo de Montreal foi assinado, em 1987, para proibir o uso de produtos químicos que formam o buraco, especialmente os clorofluorcarboneto (CFCs). Entre os principais problemas causasos pelo buraco na camada de ozônio, estão: aumento do risco de câncer de pele, cataratas e danos à vida marinha.

Cortes no Orçamento e desaceleração do crescimento: resultados da crise econômica que nem existia

Crise? Que crise? A crise nem existia e agora o Governo vai fazer cortes no Orçamento de 2009 para “compor um fundo de reserva”, um “fundo de estabilidade fiscal”… Em bom português: um pé-de-meia.

Mas como? O ministro da Fazenda disse ontem (21) no Congresso Nacional que a  “economia brasileira está sólida”. Aliás, o ministro já admitiu que o crescimento para 2009 deve ser 4,5%, ou seja, menor do que tanto se esperava.

Parece que eles caíram na real. Mas, sinceramente, eu preferia que o presidente continuasse “não sabendo de nada” (ele nunca sabe, né?) a ver eles admitindo que, de alguma forma, a crise financeira vai afetar o país. Para uma “crisezinha” que nem existia, parece até que eles capricharam bastante.

A construção residencial como grande investidor do país

Com informações da assessoria (Por: Cristiane Garcez)

Levantamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) coloca a contrução residencial como grande investidor do país entre 2008 e 2011. Segundo os dados da instituição serão empregados R$ 535 bilhões, o que representa 44,1% do total de R$ 1,2 trilhão que todos os demais setores, em conjunto, irão aplicar nas atividades.

A expansão do mercado imobiliário e a chegada na condição de locomotiva do crescimento econômico se deve a reconhecida capacidade de criação de empregos, impulsionadas por fatores inéditos como, o aumento da renda da população, estabilidade econômica, inflação controlada, crédito cada vez mais farto e novos marcos legais com garantias antes inexistentes para compradores, vendedores e financiadores.

Em São Luís, este crescimento é evidente e o mercado da construção civil vive um momento ímpar. Construtoras e incorporadoras de outros estados estão sendo atraídas pelo potencial da cidade e apostam em empreendimentos grandiosos no setor imobiliário gerando emprego e renda para população local, como é o caso da AlphaVille Urbanismo, empresa brasileira líder no setor. No seu empreendimento no Araçagy, mais de 100 pessoas trabalham nas obras de implantação e outros dois mil empregos devem ser gerados na fase de ocupação dos lotes e construções de imóveis residenciais e comerciais.

Além da brutal capacidade de gerar empregos, esse mercado tem aquecido os setores de materiais de construção, móveis e decoração. E prometem os especialistas, se não houver nenhuma surpresa negativa no ambiente macroecônomico as empresas bem preparadas podem contar com uns dez anos de muito crescimento pela frente.