Com reforço no sistema elétrico, final de “Avenida Brasil” ganha repercussão mundial

Nessa sexta-feira (19), foi ao ar o último capítulo de Avenida Brasil. De acordo com dados preliminares do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), o capítulo de nº 180 teve média de 51 pontos e 75% de share, ou seja, de participação no número de televisões ligadas, um recorde de audiência.

Todo o sucesso da novela fez com que o sistema elétrico brasileiro se preparasse para o aumento na demanda de energia elétrica em todo o país, que chega a superar os três mil megawatts (MW). O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) autorizou a produção extra de energia elétrica para garantir que grande parte dos brasileiros assistissem ao último capítulo da trama, assinada por João Emanuel Carneiro, sem interrupções. A medida é comum, sempre em finais de novelas ou de jogos da Copa do Mundo.

Essa preparação ganhou repercussão internacional. A página eletrônica da BBC, de Londres, destacou que o folhetim “ultrapassou outra paixão nacional”. Já a revista Forbes destaca que a Rede Globo bateu recorde, também, comercial, arrecadando, com a trama, aproximadamente, R$ 2 bilhões. Os comerciais de 30 segundos teriam sido exibidos, afirma a revista, por R$ 800 mil. Toda a novela teria custado cerca de R$ 90 milhões.

Neste sábado (20), a emissora exibe a reprise do último capítulo, logo após o Jornal Nacional. Na segunda-feira (22), estreia Salve Jorge, de Glória Perez.

Com salto da estratosfera, paraquedista austríaco supera velocidade do som

Após cinco meses de preparação intensa, o paraquedista austríaco Felix Baumgartner conseguiu, nesse domingo (14), com um salto da estratosfera, ser o primeiro humano a superar a velocidade do som. Segundo dados da Associação Aeronáutica Nacional (NAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, Felix atingiu a velocidade de 373 metros por segundo durante o salto. A primeira tentativa ocorreu na última terça-feira (9), mas, devido a fortes ventos, a experiência teve de ser adiada – veja, em vídeo, o salto.

Veja como foi a preparação do paraquedista austríaco Felix Baumgartner

O paraquedista racidal foi levado por uma cápsula, suspensa por um balão, até a estratosfera. Um traje pressurizado protegeu Baumgartner de temperaturas de até -70°C. Ao ser perguntado como é a sensação de quebrar a barreira da velocidade do som, o piloto disse que “não sentiu nada”. Agora, ele afirma que quer ajudar outros paraquedistas a quebrar seu recorde.

Baumgartner já havia protagonizado outros saltos, como o do braço do Cristo Redentor – no Rio de Janeiro –, em 1999, e o salto do então edifício mais alto do mundo, a Petronas Tower, na Malásia, no mesmo ano.

Paraquedista tenta recorde com salto da estratosfera; ventos fortes adiam projeto

Reportagem atualizada às 21h33

Radical, um dos conhecidos do skydiving – queda livre – mundial, o austríaco Felix Baumgartner, de 43 anos, tentou, nesta terça-feira (9), após cinco anos de treinamento, quebrar um recorde mundial de altitude em um salto, no projeto “Stratos“, e conseguir uma marca inédita: o primeiro homem a quebrar a barreira do som. A queda livre duraria cinco minutos e 30 segundos e o paraquedista deveria atingir uma velocidade estimada em 1.110 km/h – acompanhe, ao vivo, o salto.

Veja vídeos da preparação do paraquedista e da simulação da queda livre da estratosfera

Para chegar à estratosfera, ele seria conduzido em uma cápsula especial presa a um balão gigantesco de hélio. Toda a tecnologia necessária foi empregada no projeto, como o desenvolvimento de uma roupa pressurizada avançada que o protege seu corpo dos efeitos da subida e das baixas temperaturas.

O salto, que deveria ocorrer no fim da manhã (pelo horário de Brasília), foi adiado por fortes ventos e mau tempo. Não há previsão de nova data para o salto ocorrer.

Paraquedista tenta recorde radical com salto da estratosfera

Radical, um dos conhecidos do skydiving – queda livre – mundial, o austríaco Felix Baumgartner, de 43 anos, treina, há cinco anos, para quebrar um recorde mundial de altitude em um salto, no projeto “Stratos“, e conseguir uma marca inédita: o primeiro homem a quebrar a barreira do som. Ele está em uma área deserta da cidade de Roswell, no Novo México (Estados Unidos), onde já saltou de uma altura de 29 mil metros. Mas o objetivo é chegar a 36,5 mil metros e superar a marca por Joe Kittinger, de 31.333 metros em 1960.

A queda livre dura cinco minutos e 30 segundos e o paraquedista deve atingir uma velocidade estimada em 1.110 km/h. Para chegar à estratosfera, ele será conduzido em uma cápsula especial presa a um balão gigantesco de hélio. Toda a tecnologia necessária foi empregada no projeto, como o desenvolvimento de uma roupa pressurizada avançada que o protege seu corpo dos efeitos da subida e das baixas temperaturas. O salto deve ocorrer ainda neste mês de agosto.

Baumgartner já havia protagonizado outros saltos, como o do braço do Cristo Redentor – no Rio de Janeiro –, em 1999, e o salto do então edifício mais alto do mundo, a Petronas Tower, na Malásia, no mesmo ano.

Veja, abaixo, vídeos da preparação do paraquedista e da simulação da queda livre da estratosfera:

Término de operações da estação espacial MIR completa nove anos

SÃO LUÍS – Nesta terça-feira (23), completam-se nove anos em que a estação espacial russa MIR encerrou suas atividades. A estação representou a terceira geração das estações espaciais criadas pela antiga União Soviética, baseada justamente na expansão, reequipagem e reabastecimento – com seu complexo de módulos, dando grande capacidade de autonomia no espaço -, e se consolidou como um marco da corrida espacial, por ter sido a primeira estação de pesquisa científica habitada permanentemente no espaço.

Concebida ao custo de US$ 4,2 bilhões, a MIR foi levada ao espaço em 19 fevereiro de 1986, pelo foguete Proton 8K82K. A Soyuz e a Progress foram as principais naves de serviço da estação, que recebeu, entre 1986 e 1996, seis módulos, que formavam sua estrutura física. Mais tarde, com a entrada dos Estados Unidos no projeto MIR, a estação teve que ser adaptada para receber o ônibus espacial da Nasa, a agência espacial americana.

Em 15 anos em que a MIR permaneceu na órbita da Terra – bem mais do que o previsto, já que havia sido projetada para operar até 1991 -, a 400 km de altitude e pesando 143 toneladas, foram realizadas 86.320 voltas em volta do planeta (cada volta a cada 90 minutos), totalizando uma trajetória de 3,36 bilhões de quilômetros. Vinte e cinco missões russas e 30 internacionais foram feitas, recebendo 103 visitantes. Ao todo, 14 mil experimentos científicos foram realizados dentro da MIR. Os cosmonautas que ocuparam a estação espacial realizaram 66 passeios no espaço, sendo que o mais longo durou sete horas.

Em março de 1986, a MIR recebeu a sua primeira tripulação, formada pelos cosmonautas Leonid Kizim e Vladimir Soloviev. Em dezembro de 1991, o cosmonauta Valeri Vladimirovich Polyakov (foto) completou 437 dias, 17 horas, 58 minutos e 4 segundos na estação espacial, um recorde mundial de permanência no espaço. 

Em seus 15 anos de existência, a MIR, do russo “Мир”, simbolizou verdadeiramente o espírito trazido por seu próprio nome, que significa, simultaneamente, paz, mundo e universo.

Após sua desativação, em 23 de março de 2001, a MIR deu espaço a um novo e ambicioso projeto internacional, o da construção da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), uma miscelânea dos projetos russo (MIR), americano (Skylab) e europeu (Columbus), e que conta com a colaboração dos países que participam da corrida espacial, inclusive o Brasil.