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Gel impermeabilizante é aplicado em áreas de encostas em São Luís


Um gel impermeabilizante feito de polímero biodegradável está sendo aplicado em duas barreias com risco de deslizamento, uma na área da Vila Embratel e outra do Túnel do Sacavém, em São Luís. No ano passado, já havia realizado um teste de contenção de barreiras com o gel na região do Túnel do Sacavém. A técnica mais utilizada, até então, era da lona plástica.

De acordo com a Defesa Civil, o produto, de secagem rápida, mostrou-se eficiente nos solos de São Luís. A tecnologia é norte-americana e vem sendo utilizada em outros Estados brasileiros. Com o uso do gel, não há necessidade da retirada dos moradores do local de risco.

Inpe lança plataforma capaz de monitorar risco de desastres naturais


O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) lançou, nessa quarta-feira (18), durante um workshop em São José dos Campos (SP), uma nova plataforma de computador, chamada de “TerraMA2“, que pode ser utilizada, gratuitamente, por prefeituras, instituições, entidades e empresas para monitorar, analisar e emitir alertas sobre risco de desastres naturais ou ambientais.

Segundo o Inpe, o usuário pode acompanhar desde incêndios florestais, deslizamentos, enchentes e estiagens, até interrupções na rede de energia por raios e movimentos de marés com ressacas em regiões portuárias, entre outras situações de risco. A plataforma é feita em código aberto e capaz de integrar, em tempo real, dados meteorológicos, climáticos, atmosféricos, hidrológicos, geotécnicos, disponíveis em qualquer servidor conectado à internet.

A plataforma está disponível para download no endereço eletrônico www.dpi.inpe.br/terrama2.

joseamerico

Audiências avaliam situação de crianças em abrigos de São Luís


A partir desta quarta-feira (1º), a 1ª Vara da Infância e da Juventude realiza, em São Luís, audiências públicas com o objetivo de discutir e avaliar a situação das crianças e adolescentes em abrigos. Na capital maranhense, as audiências, que ocorrem até o dia 18 de maio, contam com a participação de diversos órgãos de defesa da infância.

Uma lei determina que, a cada seis meses, em todo o país, seja feita, pelo titular da Vara da Infância e Juventude, a revisão da situação de crianças e adolescentes que estejam acolhidos em instituições. De acordo com o juiz da Infância e Juventude, José Américo Abreu Costa, o objetivo é verificar a situação de risco de cada jovem e a reinserção dos jovens em suas famílias biológicas ou encaminhá-las para adoção, por meio do Cadastro Nacional de Adoção (CNA). “Nas audiências, nós avaliamos o Plano Individual de Atendimento, o PIA, da criança ou adolescente para verificar se houve alguma alteração na situação familiar da criança. Se houver condições, a criança retorna ao ambiente familiar de origem. Se não, a gente mantém o acolhimento. Ou, ainda, a criança pode ser declarada apta para a adoção”, afirma.

As situações de risco mais comuns das crianças e adolescentes, segundo o juiz, são: negligências por parte da família, maus-tratos, abandonos e consumo de substâncias entorpecentes. As audiências são reservadas porque os processos tramitam em segredo de justiça.

Algumas instituições que abrigam crianças e adolescentes – como a Casa Menino Jesus, a Casa de Passagem, a Casa Sonho de Criança, o Lar de José, a Casa Dom Calábria, a Casa Luz e Vida e o Educandário Santo Antônio – devem ser vistoriadas por uma comissão. “A gente verifica, também, a situação física dos abrigos, as instalações, as condições estruturais e de higiene. Enfim, a gente analisa tudo, até como uma forma de tentar melhorar a situação dos abrigos e de cobrar, deles, a responsabilidade legal que eles têm”, finaliza o magistrado.