Ida ao planetário é boa opção para quem visita Santiago, no Chile

Como é de conhecimento de vocês, estive, no mês de fevereiro, desfrutando de merecidas férias. Viajei a Santiago do Chile e, lá, tive a oportunidade de fazer alguns passeios inesquecíveis. No que se refere à ciência e tecnologia, pude conhecer dois lugares bacanas, experiências que pretendo compartilhar com vocês – veja fotos da viagem no meu perfil no Instagram (@mauricioaraya).

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O primeiro lugar foi o planetário da Universidade de Santiago do Chile. No local, estudantes e adultos apaixonados por astronomia podem aprender, por meio de projeções, um pouco mais sobre a ciência que estuda o espaço. No local, com área total de 13,3 mil m² e inaugurado em 14 de março de 1985, há salas e dependências criadas especialmente para a projeção de filmes e realização de exposições.

Na sala principal, batizada de “Albert Einstein”, com capacidade para 300 pessoas sentadas, há uma cúpula equipada com um simulador de estrelas Carl Zeiss, modelo VI, com 160 lentes e peso de 2,5 toneladas, encaminhado, na década de 1970, desde a Alemanha – país de origem. O equipamento conta, ainda, com o auxílio de três projetores de vídeo, 32 projetores de slides e equipamento de som de alta fidelidade.

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A entrada para o público geral custa $ 3.300 (pesos chilenos, algo em torno de R$ 15); para crianças de dois a 12 anos e público da terceira idade, custa $ 2.700 (por volta de R$ 10); e dá direito a uma apresentação no planetário, a uma apresentação no cinema em terceira dimensão (3D), jogos interativos e exposições.

O planetário da Universidade de Santiago do Chile fica localizado na avenida Libertador Bernardo O’Higgins, nº 3.349, em frente à Estação Central. Quem preferir utilizar o sistema de metrô, um dos mais eficientes do mundo, pode utilizar a linha 1 e desembarcar na estação “Estación Central”. Outras informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico www.planetariochile.cl.

Fotos: Maurício Araya.

Podem as máquinas substituir profissionais até no Jornalismo?

As informações são do Labcom/UFMA

Reprodução

É bem antiga a discussão entre pessimistas e otimistas sobre o papel da tecnologia na vida das pessoas. Mas e se alguém desenvolvesse um software que fosse capaz de escrever notícias, transformando dados puros e estatísticas numéricas em histórias, dentro dos padrões da técnica jornalística. Seria possível fazer algo assim? Substituir, definitivamente, profissionais nas redações por robôs?

Márcio Carneiro dos Santos, professor do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) na área de “Jornalismo em Redes Digitais”, responde: “para a primeira pergunta a resposta é sim, inclusive já foi feito e nos Estados Unidos empresas como a Narrative Science já exploram soluções desse tipo vendendo noticiários automatizados sobre esportes e finanças para clientes como Big Team Network (BTN), um portal de esportes na internet que pertence à FOX. Quanto a segunda, principalmente numa língua mais complexa como o português, a resposta é não porque um software, ainda, está longe de conseguir replicar as sutilezas do texto de um Armando Nogueira por exemplo, mesmo sendo de esportes”.

No evento Techday, que ocorre na próxima quinta-feira (17), no Centro de Ciências Sociais (CCSo) da UFMA, coordenado pelo professor Márcio, que, também, comanda o Laboratório de Convergência de Mídias (Labcom), esse será um dos tópicos a ser tratado. Na sua primeira edição o Techday traz a temática “Tecnologia e o processo de produção jornalística em redações e assessorias”. O projeto Techday pretende promover uma série de eventos, sendo um por semestre, para discutir, em um dia, um tema da Comunicação a partir do olhar de pesquisadores e profissionais.

Durante o Techday, pequenos experimentos da área de narrativas automatizadas desenvolvidos pelo Labcom serão apresentados junto com outras soluções de softwares para automatização de redações telejornalísticas e monitoramento de mídia, por exemplo. Além disso será divulgada uma pesquisa do laboratório que tem financiamento da Fapema e vai apontar as habilidades essenciais para esse novo profissional de Comunicação que o mercado deseja.

O Labcom é um laboratório que desenvolve e apoia pesquisas e projetos que tem em comum a conexão entre tecnologia e comunicação. Com dois anos de existência a equipe já contabiliza um prêmio Fapema na área de inovação, uma patente de software, além da produção de vários artigos acadêmicos e ações voltadas para a comunidade como o projeto TV Vila Embratel, a primeira TV Web Comunitária do Estado e o “Semente Digital”, um projeto de educação patrimonial que usa experimentos interativos para promover a temática da preservação do acervo arquitetônico de São Luís.

As inscrições gratuitas do Techday são feitas pelo site www.fapema.br/techday. O site do Labcom para maiores informações sobre esse e outros projetos é www.labcomufma.com. O tema do II Techday já foi escolhido: “Redes sociais”.

UFMA ofertará 480 vagas no curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia

 Arquivo/Flora Dolores/O Estado

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) começa a oferecer, neste ano, vagas para o curso de Medicina nas cidades de Imperatriz e Pinheiro. As vagas serão disponibilizadas no segundo semestre. A instituição, também, começa a oferecer, em 2013, vagas para o curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia.

Para o curso de Medicina, serão 80 vagas, sendo 40 para cada município. O projeto foi aprovado pelo Ministério da Educação (MEC) em junho de 2012. O curso é pioneiro na área nos dois municípios. No Estado, a UFMA conseguiu ultrapassar a marca de 100 para 260 vagas. De acordo com o reitor da UFMA, o professor doutor Natalino Salgado Filho, o MEC autorizou o funcionamento do curso com o dobro de vagas, mas a instituição optou por uma consolidação inicial do curso. “Nós vamos iniciar com 50% das vagas que o MEC autorizou para que nós tenhamos a certeza de que as condições estão atendendo a ampliação de novas vagas”, disse em entrevista ao Blog do Maurício Araya nesta quarta-feira (2).

Ciência e tecnologia

Já o curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia vai oferecer, inicialmente, 480 vagas, nos turnos matutino e noturno. “É um bacharelado com formato novo, com ciclo básico de dois a três anos em que os alunos são submetidos a uma formação geral em várias engenharias e, depois, eles terão a opção por alguma engenharia que a universidade esteja oferecendo, que, inicialmente, serão as engenharias civil, da computação, mecânica e ambiental. Com esse ciclo básico, no futuro, talvez nós possamos ter uma parceria com o MEC e ampliar as engenharias. O aluno que faz o ciclo básico estará apto a fazer outras engenharias, como engenharia mecatrônica, naval ou espacial ou aquilo que se fizer de demanda de mercado”, explica Natalino Salgado.

Arquivo/Flora Dolores/O Estado

Até 2015, a UFMA deve oferecer 600 vagas, distribuídas por três turnos, a partir dos núcleos básico, generalista ou tecnológico. Ao final do curso, o acadêmico deverá optar por engenharia civil, ambiental ou mecânica. “O Brasil, hoje, é dependente de formação de profissionais nessas áreas. O país não para de crescer. São novos investimentos em infraestrutura que requerem demanda de profissionais habilitados nessas áreas”, completa o reitor. Outra parceria com o MEC poderá viabilizar, também, a oferta de vagas nos cursos de Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Ambiental e Ciências Naturais no campus de Balsas.

A seleção para ambos os cursos será feita por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O edital que regulamenta o ingresso nos cursos de graduação da UFMA já está disponível pela internet.

Foto: Arquivo/Flora Dolores/O Estado.

“Semana Acadêmica de Design” começa nesta quinta-feira, na UFMA

Com informações da UFMA

Coordenado por alunos do curso de Design da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), começa, nesta quinta-feira (29), a “Semana Acadêmica de Design“, mais conhecida como “Ludo”. O evento, que está em sua terceira edição, será realizado no auditório central da UFMA, na Cidade Universitária – avenida dos Portugueses, Itaqui-Bacanga –, e irá contar com a participação de diversas. Com o tema “No meu tempo”, a “Ludo” tem como objetivo reforçar a importância do design, promovendo a interação entre profissionais e estudantes.

Segundo uma das organizadoras do “Ludo”, Eugênia Costa, aluna do sétimo período do curso de Design da UFMA, a ideia da “Semana” nasceu da necessidade de um evento como este em São Luís. “A escolha do tema se deu a partir do momento em que pensamos que poderíamos aproveitar o assunto para debater as evoluções do design, fazer uma relação entre o passado e o presente, desmistificar alguns conceitos e fazer com que a população tenha um conhecimento mais aprofundado sobre o assunto”, disse em entrevista à assessoria de Comunicação da UFMA.

Outras informações sobre o evento e sobre a programação da “Ludo”, que se estende até o dia 1º de dezembro, podem ser obtidas no endereço eletrônico www.ludo.org.br.

Uema realiza aula inaugural do curso Meteorologia do Brasil

Com informações da Uema

A Universidade Estadual do Maranhão (Uema), por meio do Núcleo de Tecnologias para Educação (Uemanet), realizou, no sábado (24), no auditório da Federação das Industrias do Maranhão (Fiema), a aula inaugural do único curso técnico de Meteorologia do Brasil. O evento foi transmitido por videoconferência para os 18 polos que ofertam os cursos técnicos: São Luís, Açailândia, Arari, Bacabal, Barra do Corda, Bequimão, Brejo, Caxias, Codó, Colinas, Coroatá, Grajaú, Pedreiras, Pinheiro, Santa Inês, São Bento, São José de Ribamar e Timon.

Para a secretária de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Rosane Nassar Meireles Guerra, a implementação dos cursos técnicos significa um grande momento de oportunidades e valorização do jovem e adulto. “O Maranhão passa por uma efervescência de oportunidades e a preocupação do governo do Estado é que com essa quantidade de grandes empreendimentos que estão se instalando em nosso estado, de modo a oportunizar a nossos jovens e adultos participar do mercado de trabalho”, destacou.

“Empresas de geração e distribuição de energia, instituições de gestão e pesquisa agropecuária, concessionárias de serviços públicos e sistemas públicos de defesa civil dependem de informações meteorológicas atualizadas. Então, as mudanças climáticas e equipamentos de alta tecnologia estão destacando cada vez mais o trabalho dos profissionais dessa área”, disse o coordenador do curso, Gunter de Azevedo Reschke.

Foto: Douglas Júnior/O Estado.